A presença do vice-presidente da República, Manuel Vicente, em representação do Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, entre os mais de 150 líderes mundiais que passou pela Cimeira sobre Desenvolvimento Sustentável Pós-2015, recentemente realizada em Nova Iorque, para debater, ao nível das nações Unidas, os desafios que se colocam à promoção de um estádio superior civilizacional, tem o enorme mérito de trazer para o debate temas de nome importância para todos nós.
Na reunião de Nova Iorque, que culminou dois anos de intensos contactos diplomáticos, o Vice-presidente da República de Angola, Manuel Domingos Vicente, considerou a agenda sobre o Desenvolvimento em debate “um instrumento de política crucial, que visa diminuir o fosso existente entre os países, tanto desenvolvidos como em desenvolvimento”. Dando continuidade aos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM). Isto é um sinal muito positivo do empenho ao mais alto nível de Angola nesta agenda mundial.
Pretende-se - recorde-se -,fazer com que seja possível, até 2030, ou seja em 15 anos, erradicar a pobreza extrema, combater a desigualdade e a injustiça e solucionar as alterações climáticas. erradicação da pobreza. Isto implica educação de qualidade, igualdade de género, acesso a água potável e saneamento, acesso a energia acessível e limpa, trabalho com regras, crescimento económico, cidades e comunidades sustentáveis, consumo e produção responsáveis, entre outros objectivos, difíceis mas exequíveis.
Num momento em que se assiste a um dos maiores êxodos forçados da história, com milhares de pessoas a deixarem tudo para procurar um lugar onde possam viver em paz e com a dignidade humana que a civilização foi conquistando, encontros como os de Nova Iorque, com o peso de uma significativa presença de líderes de povos e nações, são sinais de esperança que todos temos a obrigação de sublinhar e acarinhar. Incluindo aqueles, como é o meu caso, que representam um sector muito importante para este desafio, como é o sector imobiliário.
Tal como é reconhecido, antes mesmo dos momentos simbólicos da Conferência Internacional sobre o Desenvolvimento Sustentável Rio + 20 (2012) e da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92), também o sector da construção e do imobiliário pode e deve contribuir para a inclusão social, económica e ambiental que um desenvolvimento global sustentável exige, sendo aliás muito importante que estas discussões sejam aprofundadas em todas as direcções, e tenham o contributo de todos.
A Cimeira de Nova Iorque aponta também para a promoção de parcerias empenhadas nestes desafios. O sector imobiliário está, sem dúvida, na primeira linha deste empenho comum.
Luís Lima
Presidente da CIMLOP
Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa
presidente@cimlop.com

A presença do vice-presidente da República, Manuel Vicente, em representação do Chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, entre os mais de 150 líderes mundiais que passou pela Cimeira sobre Desenvolvimento Sustentável Pós-2015, recentemente realizada em Nova Iorque, para debater, ao nível das nações Unidas, os desafios que se colocam à promoção de um estádio superior civilizacional, tem o enorme mérito de trazer para o debate temas de nome importância para todos nós.


Na reunião de Nova Iorque, que culminou dois anos de intensos contactos diplomáticos, o Vice-presidente da República de Angola, Manuel Domingos Vicente, considerou a agenda sobre o Desenvolvimento em debate “um instrumento de política crucial, que visa diminuir o fosso existente entre os países, tanto desenvolvidos como em desenvolvimento”. Dando continuidade aos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM). Isto é um sinal muito positivo do empenho ao mais alto nível de Angola nesta agenda mundial.


Pretende-se - recorde-se -,fazer com que seja possível, até 2030, ou seja em 15 anos, erradicar a pobreza extrema, combater a desigualdade e a injustiça e solucionar as alterações climáticas. erradicação da pobreza. Isto implica educação de qualidade, igualdade de género, acesso a água potável e saneamento, acesso a energia acessível e limpa, trabalho com regras, crescimento económico, cidades e comunidades sustentáveis, consumo e produção responsáveis, entre outros objectivos, difíceis mas exequíveis.


Num momento em que se assiste a um dos maiores êxodos forçados da história, com milhares de pessoas a deixarem tudo para procurar um lugar onde possam viver em paz e com a dignidade humana que a civilização foi conquistando, encontros como os de Nova Iorque, com o peso de uma significativa presença de líderes de povos e nações, são sinais de esperança que todos temos a obrigação de sublinhar e acarinhar. Incluindo aqueles, como é o meu caso, que representam um sector muito importante para este desafio, como é o sector imobiliário.


Tal como é reconhecido, antes mesmo dos momentos simbólicos da Conferência Internacional sobre o Desenvolvimento Sustentável Rio + 20 (2012) e da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92), também o sector da construção e do imobiliário pode e deve contribuir para a inclusão social, económica e ambiental que um desenvolvimento global sustentável exige, sendo aliás muito importante que estas discussões sejam aprofundadas em todas as direcções, e tenham o contributo de todos.


A Cimeira de Nova Iorque aponta também para a promoção de parcerias empenhadas nestes desafios. O sector imobiliário está, sem dúvida, na primeira linha deste empenho comum.


Luís Lima
Presidente da CIMLOP
Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa
presidente@cimlop.com