A recente deslocação do Ministro da Agricultura, Afonso Pedro Canga, à aldeia de Chitata, no município do Londuimbali, Huambo, para participar no acto formal do início do ano agrícola, ao lado dos ministros da Economia, Abraão Gourgel, do Comércio, Rosa Pacavira e da Indústria, Bernarda da Silva reveste-se de um enorme simbolismo.
Celebrar a terra e o que ela nos pode dar, pelo esforço dos homens e pelo uso dos principais meios de produção entre os quais se incluem as sementes, os fertilizantes, as alfaias agrícolas (enxadas, charruas, tractores) e outros equipamentos adequados ao trabalho na terra é honrar a primeira e uma das mais necessárias, actividade do homem - a Agricultura.
Na cerimónia de Chitata o Ministro da Agricultura revelou o empenho pessoal do presidente da República, José Eduardo dos Santos, na orientação política que aponta para que sejam dados apoios aos camponeses e demais produtores rurais (produção, comercialização e transformação e produtos) no quadro das prioridades do Estado de Angola.
A Agricultura está na primeira fila da “grande batalha de combate a fome, criação de riquezas e desenvolvimento do país”, disse o ministro exortando a um incremento da produção agrícola  - “(…) produzir mais milho, arroz, massango, massambala, mandioca, feijão, soja, café, batata, ovos, carne, mel e açúcar, entre outros produtos, para a garantia da segurança alimentar”, disse o ministro.
Às vezes as grandes mudanças políticas - como são as que apontam, em Angola para uma crescente diversidade dos centros da própria Economia, que não pode estar eternamente dependente do petróleo, em especial em momentos de crise mundial do sector, às vezes, as grandes mudanças políticas são opção seculares tão naturais quanto simples.
Esta transparência justifica plenamente que seja concedido ao início de um ano agrícola o formalismo e o cerimonial de um grande acontecimento. No contexto presente, boa campanha agrícola, como a que se prevê, é um sinal muito positivo susceptível de proporcionar empregos a muitos jovens, sejam eles produtores, comerciantes, industriais, ou outros técnicos de outras áreas, como foi referido em Chitata.
Num quadro de produção de riqueza que esteja em sintonia com a sustentabilidade da economia nacional, esta aposta no sector agrícola, cujo sucesso fará poupar milhares e milhares de dólares em importações de bens alimentares, é um marco na construção da independência deste jovem país a que acresce o acrescentado valor de um povo que se alimenta com o que produz.
Luís Lima
Presidente da CIMLOP
Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa
presidente@cimlop.com 

A recente deslocação do Ministro da Agricultura, Afonso Pedro Canga, à aldeia de Chitata, no município do Londuimbali, Huambo, para participar no acto formal do início do ano agrícola, ao lado dos ministros da Economia, Abraão Gourgel, do Comércio, Rosa Pacavira e da Indústria, Bernarda da Silva reveste-se de um enorme simbolismo.


Celebrar a terra e o que ela nos pode dar, pelo esforço dos homens e pelo uso dos principais meios de produção entre os quais se incluem as sementes, os fertilizantes, as alfaias agrícolas (enxadas, charruas, tractores) e outros equipamentos adequados ao trabalho na terra é honrar a primeira e uma das mais necessárias, actividade do homem - a Agricultura.


Na cerimónia de Chitata o Ministro da Agricultura revelou o empenho pessoal do presidente da República, José Eduardo dos Santos, na orientação política que aponta para que sejam dados apoios aos camponeses e demais produtores rurais (produção, comercialização e transformação e produtos) no quadro das prioridades do Estado de Angola.


A Agricultura está na primeira fila da “grande batalha de combate a fome, criação de riquezas e desenvolvimento do país”, disse o ministro exortando a um incremento da produção agrícola  - “(…) produzir mais milho, arroz, massango, massambala, mandioca, feijão, soja, café, batata, ovos, carne, mel e açúcar, entre outros produtos, para a garantia da segurança alimentar”, disse o ministro.


Às vezes as grandes mudanças políticas - como são as que apontam, em Angola para uma crescente diversidade dos centros da própria Economia, que não pode estar eternamente dependente do petróleo, em especial em momentos de crise mundial do sector, às vezes, as grandes mudanças políticas são opção seculares tão naturais quanto simples.


Esta transparência justifica plenamente que seja concedido ao início de um ano agrícola o formalismo e o cerimonial de um grande acontecimento. No contexto presente, boa campanha agrícola, como a que se prevê, é um sinal muito positivo susceptível de proporcionar empregos a muitos jovens, sejam eles produtores, comerciantes, industriais, ou outros técnicos de outras áreas, como foi referido em Chitata.


Num quadro de produção de riqueza que esteja em sintonia com a sustentabilidade da economia nacional, esta aposta no sector agrícola, cujo sucesso fará poupar milhares e milhares de dólares em importações de bens alimentares, é um marco na construção da independência deste jovem país a que acresce o acrescentado valor de um povo que se alimenta com o que produz.

 

Luís Lima
Presidente da CIMLOP
Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa
presidente@cimlop.com