Grandes economias do Mundo globalizado estão, crescentemente, a acarinhar o investimento privado, nomeadamente o externo, facilitando e incentivando estas opções pela adoção de mecanismos o mais desburocratizados possíveis, nomeadamente no que toca ao repatriamento de capitais, lucros e dividendos. Angola está entre os países que acarinham estes investimentos como se deduz da aprovação, em Conselho de Ministros, da Proposta de Revisão da Lei do Investimento Privado, que vai seguir à Assembleia Nacional. 
A revelação foi feita recentemente pelo ministro da Economia, Abrahão Gourgel, no final de uma reunião conjunta das comissões Económica e para a Economia Real, do Conselho de Ministros, reunião que se debruçou sobre esta matéria e definiu os sectores prioritários para a captação de investimento, elegendo o Turismo, as Telecomunicações e Tecnologias de Informação, a Logística e os Transportes, a Energia e as Águas, bem como o sector da Construção.
Os futuros contratos de parceria com investidores estrangeiros implicam o envolvimento nacional de uma percentagem mínima de 35% podendo ser aprovados por departamentos específicos de cada ministério da tutela se os montantes a investir não excederem os dez milhões de dólares. Só acima desta verba o investimento carece de aprovação superior, no caso no patamar da chefia do poder executivo, como aliás acontece em qualquer Economia do Mundo no que toca a investimentos externos de elevados valores.
Na mesma linha destas decisões, a administradora da Bolsa de Divida e Valores de Angola (BODIVA), Ana Cristina Jacinto da Silva Correia, lembrou na semana passada, em Luanda, que a capacidade empreendedora do sector privado é fundamental para o desenvolvimento económico de Angola e para a competitividade da respetiva Economia. Isto num quadro de disponibilidade  de recursos para o financiamento da própria Economia.
Opções, registo, que não decorrem apenas da conjuntura gerada pela baixa do preço do barril de petróleo, com todos os seus efeitos diretos ou indiretos. 
Opções, registo, das mais fortes economias do Mundo global.
Luís Lima
Presidente da CIMLOP
Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa
presidente@cimlop.com 

Grandes economias do Mundo globalizado estão, crescentemente, a acarinhar o investimento privado, nomeadamente o externo, facilitando e incentivando estas opções pela adoção de mecanismos o mais desburocratizados possíveis, nomeadamente no que toca ao repatriamento de capitais, lucros e dividendos. Angola está entre os países que acarinham estes investimentos como se deduz da aprovação, em Conselho de Ministros, da Proposta de Revisão da Lei do Investimento Privado, que vai seguir à Assembleia Nacional. 


A revelação foi feita recentemente pelo ministro da Economia, Abrahão Gourgel, no final de uma reunião conjunta das comissões Económica e para a Economia Real, do Conselho de Ministros, reunião que se debruçou sobre esta matéria e definiu os sectores prioritários para a captação de investimento, elegendo o Turismo, as Telecomunicações e Tecnologias de Informação, a Logística e os Transportes, a Energia e as Águas, bem como o sector da Construção.


Os futuros contratos de parceria com investidores estrangeiros implicam o envolvimento nacional de uma percentagem mínima de 35% podendo ser aprovados por departamentos específicos de cada ministério da tutela se os montantes a investir não excederem os dez milhões de dólares. Só acima desta verba o investimento carece de aprovação superior, no caso no patamar da chefia do poder executivo, como aliás acontece em qualquer Economia do Mundo no que toca a investimentos externos de elevados valores.


Na mesma linha destas decisões, a administradora da Bolsa de Divida e Valores de Angola (BODIVA), Ana Cristina Jacinto da Silva Correia, lembrou na semana passada, em Luanda, que a capacidade empreendedora do sector privado é fundamental para o desenvolvimento económico de Angola e para a competitividade da respetiva Economia. Isto num quadro de disponibilidade  de recursos para o financiamento da própria Economia.


Opções, registo, que não decorrem apenas da conjuntura gerada pela baixa do preço do barril de petróleo, com todos os seus efeitos diretos ou indiretos.

 
Opções, registo, das mais fortes economias do Mundo global.

Luís Lima
Presidente da CIMLOP
Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa
presidente@cimlop.com