A Sherlock, start-up tecnológica para o imobiliário, foi lançada oficialmente em Portugal esta quarta-feira. A empresa cobra uma taxa fixa de 3.999 euros para a venda de imóveis e espera ter 5% do mercado dentro de três anos.

 

Nove meses após ter iniciado a fase de testes ("soft launch") durante a Web Summit, a start-up Sherlock chega esta quarta-feira, 7 de agosto, ao grande público em Portugal. A empresa fundada por quatro ingleses em Lisboa cobra uma taxa fixa de 3.999 euros para vender um imóvel.
A empresa indica, em comunicado, que a sua taxa fixa gera uma poupança média aos vendedores no mercado português de 12 mil euros.
E a meta traçada pela Sherlock é a de alcançar os 5% do mercado imobiliário nacional nos próximos três anos, o que, refere, resultaria numa poupança "à volta de 35 milhões de euros anuais para os vendedores".
A Sherlock adianta que até ao final deste ano espera expandir as suas operações para lá da Grande Lisboa, pretendendo chegar ao Porto, Cascais e Algarve. O objetivo é alargar os serviços ao resto do país "nos próximos meses". Em 2020 pretende também internacionalizar-se para o sul da Europa.
A start-up assinala que com os seus atuais clientes tem o potencial de gerar uma poupança aos vendedores de dois milhões de euros. A empresa destaca o lançamento de uma "ferramenta de inteligência artificial de avaliação instantânea de propriedade para vendedores".
No comunicado, a Sherlock sublinha que a taxa fixa de 3.999 euros que cobra se traduz, em Lisboa, considerando um preço médio por apartamento de 260 mil euros, numa poupança de cerca de 12 mil euros face à comissão normalmente cobrada pelos agentes, que é de 5% mais IVA, o que corresponde a 15.990 euros.
A empresa foi fundada na capital portuguesa no ano passado pelos empreendedores britânicos Chris Wood, James Coop, Philip Ilic e Tariq El Asad (na foto).
A Sherlock, que conta com 10 colaboradores, diz ainda que o seu sistema permite vender uma propriedade em três meses, metade do tempo médio habitual.
"Este novo modelo de agência imobiliária baseado em tecnologia está a conquistar o mundo e irá trazer muitos benefícios: preços mais baixos e um nível muito mais elevado em satisfação de cliente", defende Chris Wood, citado no comunicado.
"Depois do sucesso do soft launch no final de 2018, estamos muito contentes por anunciar o nosso lançamento oficial com a nova ferramenta de inteligência artificial de avaliação instantânea que estamos a criar em resposta ao elevado nível de exigência para uma mais rápida e eficiente forma de avaliar a casa", salienta ainda Philip Ilic.
A Sherlock refere que atualmente conta com "mais de 60 propriedades pela Grande Lisboa e já vendeu propriedades em São Bento, Almada, Costa da Caparica, Algés, Laranjeiras, Estefânia, entre outros".

Nove meses após ter iniciado a fase de testes ("soft launch") durante a Web Summit, a start-up Sherlock chega esta quarta-feira, 7 de agosto, ao grande público em Portugal. A empresa fundada por quatro ingleses em Lisboa cobra uma taxa fixa de 3.999 euros para vender um imóvel.
A empresa indica, em comunicado, que a sua taxa fixa gera uma poupança média aos vendedores no mercado português de 12 mil euros.
E a meta traçada pela Sherlock é a de alcançar os 5% do mercado imobiliário nacional nos próximos três anos, o que, refere, resultaria numa poupança "à volta de 35 milhões de euros anuais para os vendedores".
A Sherlock adianta que até ao final deste ano espera expandir as suas operações para lá da Grande Lisboa, pretendendo chegar ao Porto, Cascais e Algarve. O objetivo é alargar os serviços ao resto do país "nos próximos meses". Em 2020 pretende também internacionalizar-se para o sul da Europa.
A start-up assinala que com os seus atuais clientes tem o potencial de gerar uma poupança aos vendedores de dois milhões de euros. A empresa destaca o lançamento de uma "ferramenta de inteligência artificial de avaliação instantânea de propriedade para vendedores".No comunicado, a Sherlock sublinha que a taxa fixa de 3.999 euros que cobra se traduz, em Lisboa, considerando um preço médio por apartamento de 260 mil euros, numa poupança de cerca de 12 mil euros face à comissão normalmente cobrada pelos agentes, que é de 5% mais IVA, o que corresponde a 15.990 euros.
A empresa foi fundada na capital portuguesa no ano passado pelos empreendedores britânicos Chris Wood, James Coop, Philip Ilic e Tariq El Asad (na foto).
A Sherlock, que conta com 10 colaboradores, diz ainda que o seu sistema permite vender uma propriedade em três meses, metade do tempo médio habitual."Este novo modelo de agência imobiliária baseado em tecnologia está a conquistar o mundo e irá trazer muitos benefícios: preços mais baixos e um nível muito mais elevado em satisfação de cliente", defende Chris Wood, citado no comunicado.
"Depois do sucesso do soft launch no final de 2018, estamos muito contentes por anunciar o nosso lançamento oficial com a nova ferramenta de inteligência artificial de avaliação instantânea que estamos a criar em resposta ao elevado nível de exigência para uma mais rápida e eficiente forma de avaliar a casa", salienta ainda Philip Ilic.
A Sherlock refere que atualmente conta com "mais de 60 propriedades pela Grande Lisboa e já vendeu propriedades em São Bento, Almada, Costa da Caparica, Algés, Laranjeiras, Estefânia, entre outros".

Fonte: https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/imobiliario/detalhe/startup-do-imobiliario-quer-5-do-mercado-em-2022