A intervenção do ministro do Urbanismo e Habitação, José da Conceição Silva, na celebração em Luanda do Dia Mundial das Cidades merece-me um entusiasmado aplauso que contribua para que as palavras por ele proferidas possam chegar a mais gente. Refiro-me concretamente à ideia - que eu também defendo - de que a urbanização planificada maximiza a capacidade das cidades de gerar mais emprego, riqueza além de promover a coesão social.
Esta intervenção - de acordo com os ecos que me chegaram através de alguns meios de comunicação - foi um desafio verdadeiramente didáctico que desenvolveu a noção do desenvolvimento urbano sustentável à luz das estratégias conjugadas em intervenções sectoriais e estruturantes, como o próprio governante revelou
Nas palavras de José da Conceição Silva, titular da pasta do Urbanismo e Habitação,  celebrar as cidades só faz sentido se for uma celebração com vista a “uma mobilização consciente para o resgate da dignidade humana”. Um desafio de médio e de longo prazo que realmente requer “o aprimoramento na elaboração sistemática de estudos de planeamento territorial e urbanístico, privilegiando a gestão participativa”, para citar as palavras do ministro.
Na cerimónia, que contou também com a presença do ministro da Administração do Território, Bornito de Sousa, do representante da ONU em Angola, Pier Paolo Balladelli e da vice-governadora de Luanda para a área técnica e infra-estruturas, Ludmila Pires de Carvalho, o ministro José Conceição e Silva fez ainda um apelo a abertura de espaços de dialogo permanente entre a administração pública, sector privado e a sociedade civil.
Na linha do estabelecido pelo Comité Nacional de Habitat, criado pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, um comité que se conjuga com a declarada vontade do Governo de Luanda em continuar a promover - cito - “a geração de centralidade e subcentralidades urbanas, assegurando a curto e médio prazos o acesso à urbanidade e a cidade”, potenciando e regulando de forma sustentada as ocupações de terrenos nos bairros periféricos.
O Dia Mundial das Cidades, efeméride instituída pela ONU, foi este ano marcado em Angola pela abertura do escritório da UN Habitat, agência das Nações Unidas dedicada à promoção de cidades social e ambientalmente sustentáveis, e pela apresentação do Plano Director Geral Metropolitano de Luanda (PDGML), uma “constituição” urbanística para um território projectado para albergar 12,9 milhões de habitantes até 2030.
Celebrar as cidades, em Luanda ou noutro ponto do Mundo, é sempre reflectir sobre esta área da actividade económica que denominados de imobiliário.
Luís Lima
Presidente da CIMLOP
presidente@cimlop.com

A intervenção do ministro do Urbanismo e Habitação, José da Conceição Silva, na celebração em Luanda do Dia Mundial das Cidades merece-me um entusiasmado aplauso que contribua para que as palavras por ele proferidas possam chegar a mais gente. Refiro-me concretamente à ideia - que eu também defendo - de que a urbanização planificada maximiza a capacidade das cidades de gerar mais emprego, riqueza além de promover a coesão social.


Esta intervenção - de acordo com os ecos que me chegaram através de alguns meios de comunicação - foi um desafio verdadeiramente didáctico que desenvolveu a noção do desenvolvimento urbano sustentável à luz das estratégias conjugadas em intervenções sectoriais e estruturantes, como o próprio governante revelou.


Nas palavras de José da Conceição Silva, titular da pasta do Urbanismo e Habitação,  celebrar as cidades só faz sentido se for uma celebração com vista a “uma mobilização consciente para o resgate da dignidade humana”. Um desafio de médio e de longo prazo que realmente requer “o aprimoramento na elaboração sistemática de estudos de planeamento territorial e urbanístico, privilegiando a gestão participativa”, para citar as palavras do ministro.


Na cerimónia, que contou também com a presença do ministro da Administração do Território, Bornito de Sousa, do representante da ONU em Angola, Pier Paolo Balladelli e da vice-governadora de Luanda para a área técnica e infra-estruturas, Ludmila Pires de Carvalho, o ministro José Conceição e Silva fez ainda um apelo a abertura de espaços de dialogo permanente entre a administração pública, sector privado e a sociedade civil.


Na linha do estabelecido pelo Comité Nacional de Habitat, criado pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, um comité que se conjuga com a declarada vontade do Governo de Luanda em continuar a promover - cito - “a geração de centralidade e subcentralidades urbanas, assegurando a curto e médio prazos o acesso à urbanidade e a cidade”, potenciando e regulando de forma sustentada as ocupações de terrenos nos bairros periféricos.


O Dia Mundial das Cidades, efeméride instituída pela ONU, foi este ano marcado em Angola pela abertura do escritório da UN Habitat, agência das Nações Unidas dedicada à promoção de cidades social e ambientalmente sustentáveis, e pela apresentação do Plano Director Geral Metropolitano de Luanda (PDGML), uma “constituição” urbanística para um território projectado para albergar 12,9 milhões de habitantes até 2030.


Celebrar as cidades, em Luanda ou noutro ponto do Mundo, é sempre reflectir sobre esta área da actividade económica que denominados de imobiliário.


Luís Lima
Presidente da CIMLOP
presidente@cimlop.com