Os ecos da 13ª edição da Feira Internacional de Equipamentos e Materiais de Construção Civil, Obras Públicas, Urbanismo e Arquitectura "Projekta/2015", que decorreu de 22 a 25 próximos passados, nas instalações da Feira Internacional de Luanda (FILDA) confirmam o sector como uma das alavancas económicas do país.
No programa cientifico desta feira, o engenheiro António Venâncio, palestrante de um das conferências, defendeu um melhor aproveitamento dos recursos naturais e das matérias-primas existentes no país para no aumento da atividade do sector da construção civil, a par de uma maior aposta da mão-de-obra nacional.
Na ótica de António Venãncio, que aliás partilho, “as cidades deverão ganhar novas dinâmicas, atraindo para o interior do país jovens desempregados e abrindo caminho para o investimento empresarial imobiliário do sector público/privado”. As cidades voltam a assumir-se como a fábrica e o produto do multifacetado sector imobiliário.
Isto é particularmente importante, seja em Angola, seja no Brasil , seja em Portugal, quando o sector é chamado a criar condições para o desenvolvimento de novas centralidades, numa harmoniosa distribuição demográfica que regule as naturais e em certos momentos inevitáveis desigualdades geográficas, entre o interior e o litoral, entre o Norte e o Sul.
O descongestionamento da cidade de Luanda, possível e desejável pela criação de dinâmicas noutras cidades que atraiam gente jovem empenhada no desenvolvimento do país, é um movimento semelhante ao que se pretende, por exemplo, que ocorra em Portugal, com a dinamização do turismo residencial em outras localizações que não Lisboa, Porto e Algarve.
Igualmente significativo foi a atribuição do Grande Prémio Projekta2015 à empresa de construção civil Probetão. O prémio, para o qual estavam nomeadas mais de mais de vinte empresas do sector da construção civil, em onze categorias, é o reconhecimento público do papel das empresas na projeção do futuro e na construção do presente, o grande lema da Projekta.
Na próxima edição da Projekta, que é a maior feira dedicada à Indústria da Construção, Obras Públicas, Urbanismo e Arquitectura realizada em Angola, a projeção internacional dos saberes angolanos neste sector decisivo para o desenvolvimento será, na opinião de alguns, uma realidade ainda muito mais forte a ter em conta.
O imobiliário, digo-o com orgulho, é, realmente, um dos pilares do crescimento e do desenvolvimento nas mais modernas economias do Mundo e isto é crescentemente reconhecido.
Luís Lima
Presidente da CIMLOP
Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa

Os ecos da 13ª edição da Feira Internacional de Equipamentos e Materiais de Construção Civil, Obras Públicas, Urbanismo e Arquitectura "Projekta/2015", que decorreu de 22 a 25 próximos passados, nas instalações da Feira Internacional de Luanda (FILDA) confirmam o sector como uma das alavancas económicas do país.


No programa cientifico desta feira, o engenheiro António Venâncio, palestrante de um das conferências, defendeu um melhor aproveitamento dos recursos naturais e das matérias-primas existentes no país para no aumento da atividade do sector da construção civil, a par de uma maior aposta da mão-de-obra nacional.


Na ótica de António Venãncio, que aliás partilho, “as cidades deverão ganhar novas dinâmicas, atraindo para o interior do país jovens desempregados e abrindo caminho para o investimento empresarial imobiliário do sector público/privado”. As cidades voltam a assumir-se como a fábrica e o produto do multifacetado sector imobiliário.


Isto é particularmente importante, seja em Angola, seja no Brasil , seja em Portugal, quando o sector é chamado a criar condições para o desenvolvimento de novas centralidades, numa harmoniosa distribuição demográfica que regule as naturais e em certos momentos inevitáveis desigualdades geográficas, entre o interior e o litoral, entre o Norte e o Sul.


O descongestionamento da cidade de Luanda, possível e desejável pela criação de dinâmicas noutras cidades que atraiam gente jovem empenhada no desenvolvimento do país, é um movimento semelhante ao que se pretende, por exemplo, que ocorra em Portugal, com a dinamização do turismo residencial em outras localizações que não Lisboa, Porto e Algarve.


Igualmente significativo foi a atribuição do Grande Prémio Projekta2015 à empresa de construção civil Probetão. O prémio, para o qual estavam nomeadas mais de mais de vinte empresas do sector da construção civil, em onze categorias, é o reconhecimento público do papel das empresas na projeção do futuro e na construção do presente, o grande lema da Projekta.


Na próxima edição da Projekta, que é a maior feira dedicada à Indústria da Construção, Obras Públicas, Urbanismo e Arquitectura realizada em Angola, a projeção internacional dos saberes angolanos neste sector decisivo para o desenvolvimento será, na opinião de alguns, uma realidade ainda muito mais forte a ter em conta.


O imobiliário, digo-o com orgulho, é, realmente, um dos pilares do crescimento e do desenvolvimento nas mais modernas economias do Mundo e isto é crescentemente reconhecido.


Luís Lima
Presidente da CIMLOP
Confederação da Construção e do Imobiliário de Língua Oficial Portuguesa