A Câmara Municipal de Lisboa anda à procura de soluções inovadoras na área do imobiliário, a nível residencial e comercial, bem como ao longo de toda a fileira do setor: da construção aos sistemas de eficiência energética das casas, passando pelo licenciamento e promoção imobiliária. Para "caçar" as melhores ideias, a autarquia - em parceria com várias empresas - decidiu lançar o Smart Open Lisboa Housing. As candidaturas para as startups decorrem entre 7 de dezembro de 2018 e 7 de fevereiro de 2019, e o objetivo é melhorar a vida quotidiana dos lisboetas, transformando a cidade num laboratório vivo.
O programa de inovação aberta, desta vez especializado em imobiliário e orientado para a vertente vertical da habitação, foi apresentado publicamente, no passado dia 22 de novembro, por Duarte Cordeiro, vice-presidente da Câmara Municipal e responsável pelo pelouro da Economia e Inovação, nos Paços do Concelho da CML.
E conta com parceiros, como a EPAL, Mota-Engil Renewing, Sonae Sierra, Galp, Santander e Gebalis, que, em paralelo com a autarquia, vão trabalhar juntamente com startups no desenvolvimento de soluções inovadoras para o setor.
O que é o Smart Open Lisboa Housing?
O Smart Open Lisboa Housing é a terceira edição do Smart Open Lisboa (SOL), iniciativa operacionalizada pelo hub de inovação Beta-i, e foi operacionalizado após o sucesso do SOL dedicado à mobilidade que contribuiu para o desenvolvimento que apresentou 15 projetos-piloto.
Para as startups, segundo explicam os mentores da iniciativa, o SOL é uma forma de testar no terreno e junto de potenciais clientes os seus produtos e serviços. Para as organizações é uma forma de resolver problemas, mas de uma nova perspetiva.
Para poderem participar, as startups têm de ser maduras, possuir como base do seu negócio uma solução de habitação, apresentando à partida um produto minimamente viável (MVP). Devem ter um protótipo funcional ou uma solução que recorra à tecnologia. 
Depois da fase de seleção, em que é feita uma triagem inicial, acontece a semana de 'bootcamp', entre 11 e 15 de março de 2019, sendo que o programa culmina mais tarde, a a 7 de junho de 2019, com um demoday. Nesse dia, serão apresentadas as várias soluções desenvolvidas. 

A Câmara Municipal de Lisboa anda à procura de soluções inovadoras na área do imobiliário, a nível residencial e comercial, bem como ao longo de toda a fileira do setor: da construção aos sistemas de eficiência energética das casas, passando pelo licenciamento e promoção imobiliária. Para "caçar" as melhores ideias, a autarquia - em parceria com várias empresas - decidiu lançar o Smart Open Lisboa Housing. As candidaturas para as startups decorrem entre 7 de dezembro de 2018 e 7 de fevereiro de 2019, e o objetivo é melhorar a vida quotidiana dos lisboetas, transformando a cidade num laboratório vivo.

O programa de inovação aberta, desta vez especializado em imobiliário e orientado para a vertente vertical da habitação, foi apresentado publicamente, no passado dia 22 de novembro, por Duarte Cordeiro, vice-presidente da Câmara Municipal e responsável pelo pelouro da Economia e Inovação, nos Paços do Concelho da CML.

E conta com parceiros, como a EPAL, Mota-Engil Renewing, Sonae Sierra, Galp, Santander e Gebalis, que, em paralelo com a autarquia, vão trabalhar juntamente com startups no desenvolvimento de soluções inovadoras para o setor.

O que é o Smart Open Lisboa Housing?O Smart Open Lisboa Housing é a terceira edição do Smart Open Lisboa (SOL), iniciativa operacionalizada pelo hub de inovação Beta-i, e foi operacionalizado após o sucesso do SOL dedicado à mobilidade que contribuiu para o desenvolvimento que apresentou 15 projetos-piloto.

Para as startups, segundo explicam os mentores da iniciativa, o SOL é uma forma de testar no terreno e junto de potenciais clientes os seus produtos e serviços. Para as organizações é uma forma de resolver problemas, mas de uma nova perspetiva.

Para poderem participar, as startups têm de ser maduras, possuir como base do seu negócio uma solução de habitação, apresentando à partida um produto minimamente viável (MVP). Devem ter um protótipo funcional ou uma solução que recorra à tecnologia. 

Depois da fase de seleção, em que é feita uma triagem inicial, acontece a semana de 'bootcamp', entre 11 e 15 de março de 2019, sendo que o programa culmina mais tarde, a a 7 de junho de 2019, com um demoday. Nesse dia, serão apresentadas as várias soluções desenvolvidas. 

Fonte: https://www.idealista.pt/news/financas/tecnologia/2018/11/26/38027-cml-lanca-programa-de-apoio-a-startups-do-imobiliario